Telescópio Hubble revela os anéis dourados da galáxia NGC 3081


  • Imagem obtida pelo telescópio Hubble mostra os anéis dourados numa região de formação de estrelas na galáxia NGC 3081.

O centro espiral da galáxia está rodeado por anéis conhecidos como de ressonância. 


Eles aparecem numa região de formação de novas estrelas e próximo de um buraco negro supermassivo.

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Radar localiza asteroide de 370 metros passando próximo à Terra (veja)


  • Cientistas da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) capturaram, a partir de um radar localizado na Terra, imagens nítidas de um asteroide descoberto em 2014 (veja ao lado).

As imagens do chamado '2014 HQ124' foram registradas no dia 8.6.14 e são as mais detalhadas já obtidas de um asteroide próximo à Terra - elas foram feitas quando ele estava a pouco mais de três vezes a distância da Terra até a Lua. 


Os pesquisadores sugerem que o '2014 HQ124' seja um asteroide formado pela junção de dois corpos e afirmam que ele tem aproximadamente 370 metros de largura.


Observações do telescópio Alma permitiram mapear o gás molecular e a poeira nas galáxias onde ocorrem explosões de raios gama

  • Observações obtidas com o telescópio Alma (conjunto de antenas gigantes posicionadas no Chile) permitiram aos astrônomos mapear diretamente, e pela primeira vez, o gás molecular e a poeira nas galáxias onde ocorrem explosões de raios gama - as maiores explosões no Universo. 

Foi possível observar menos gás e muito mais poeira do que o esperado, fazendo com que estas detonações pareçam 'explosões escuras'. 


Este trabalho foi publicado na revista Nature de junho/2014. 

Trata-se do primeiro resultado científico do Alma relativo a explosões de raios gama.


O mar Vermelho visto a partir do espaço (veja)


  • Encontro do mar Vermelho com o deserto egípcio é visto do espaço, através de uma imagem feita pelo astronauta Reid Wiseman. 

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A lua Prometheus cria flâmulas em um dos anéis do planeta Saturno


  • A lua de Saturno, Prometheus, cria flâmulas em um dos anéis do planeta. 

De acordo com cientistas, a órbita dessa lua faz com que ela se aproxime regularmente dos anéis do planeta. 

Telescópio Hubble mostra a bela galáxia NGC 1566

  • A nova imagem feita pelo telescópio espacial Hubble mostra a bela galáxia NGC 1566, localizada a aproximadamente 40 milhões de anos-luz na constelação de Dorado. 

A NGC 1566 é uma galáxia espiral intermediária, ou seja, não tem uma região em forma de barra de estrelas bem definida no seu centro.


Um disco de poeira foi registrado em torno da estrela HR 4796A


  • O disco de poeira em torno da estrela HR 4796A foi registrado de forma nítida pelo Sphere, instrumento construído para estudar exoplanetas (planetas que orbitam em torno de estrelas que não são o Sol), que funciona no Observatório do Paranal, no Chile. 

A imagem é uma das primeiras feitas pelo equipamento instalado em maio/2014 com o objetivo de revolucione o estudo sobre planetas distantes do Sistema Solar.


Veja:






































Uma galáxia espiral bastante parecida com a Via Láctea

  • Os raios-x do Observatório Chandra descobriram uma galáxia espiral bastante parecida com a Via Láctea, e que fica a 30 milhões de anos-luz da Terra.

Oficialmente chamada de Messier 51 (M 51) ou NGC 5194, foi apelidada de Whirlpool Galaxy (ou Galáxia de Redemoinho, em tradução livre) e tem braços de estrelas e poeira cósmica tão espetaculares quanto a Via Láctea.

Nesta imagem, os dados do Chandra estão mostrados em púrpura, já as informações do telescópio espacial Hubble estão em vermelho, verde e azul.

Usando o Chandra, astrônomos podem revisitar a Whirlpool para descobrir coisas que só podem ser detectadas através de raio-x.

A imagem mais colorida do universo profundo


  • Usando o telescópio especial Hubble, da Nasa, astrônomos capturaram a imagem mais colorida já reveladas do universo profundo. 

Elas revelam a evolução do universo. 


Em um novo estudo chamado de Cobertura Ultravioleta do Campo Ultra Profundo do Hubble, pesquisadores afirmam que a imagem fornece o elo perdido da formação das estrelas. 

A imagem do Campo Ultra Profundo do Hubble 2014 é composta de exposições separadas tomadas entre 2003 e 2012 com Advanced Camera for Surveys e Wide Field Camera 3.

Veja:



































Telescópio Hubble captou imagem inédita da Nebulosa Cabeça de Macaco


  • A Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou no dia 17.3.14 uma imagem inédita captada pelo telescópio Hubble da Nebulosa Cabeça de Macaco. 

A nebulosa, registrada como NGC 2174, fica a cerca de 6.400 anos-luz de distância, na constelação de Orion. 

A colorida região é formada por estrelas jovens em meio a poeira e gás cósmico. 

Cientistas detectaram os 'ecos do Big Bang' que ocorreu há cerca de 14 bilhões de anos atrás


  • Cientistas americanos revelaram no dia 17.3.14 a detecção inédita de ecos do Big Bang, explosão ocorrida há cerca de 14 bilhões de anos que deu origem à expansão do cosmo.

Trata-se de uma importante descoberta para entender as origens do universo.


A 'primeira evidência direta da inflação cósmica' foi observada com um telescópio no Polo Sul e foi anunciada por especialistas do Centro de Astrofísica (CfA) de Harvard-Smithsonian.

A existência destas ondulações de espaço-tempo, primeiro eco do Big Bang, demonstra a expansão extremamente rápida do universo na primeira fração de segundo de sua existência, uma fase conhecida como inflação cósmica.

'A detecção destas ondulações é um dos objetivos mais importantes da cosmologia na atualidade e resultado de um enorme trabalho realizado por uma grande quantidade de cientistas', destacou John Kovac, professor de astronomia e de física no CfA e chefe da equipe de investigação BICEP2, que fez a descoberta.

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Os arcos da Via Láctea a partir da ilha de São Miguel nos Açores


  • O astrofotógrafo português Miguel Claro fotografou os arcos da Via Láctea no céu da ilha de São Miguel nos Açores, um arquipélago composto por nove ilhas vulcânicas no Oceano Atlântico, próximo a Portugal. 

A imagem abaixo foi feita no dia 5.4.14.


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Teste de voo do protótipo da sonda Morpheus foi realizado no céu escuro da Flórida/EUA (veja)


  • Teste de voo livre do protótipo da sonda Morpheus e do Alhat (Tecnologia Autônoma de Prevenção de Aterrissagens) demonstraram que a Nasa pode aterrissar uma espaçonave não tripulada em uma superfície planetária sem nenhuma luz.

O teste foi realizado no céu escuro da Flórida, no Kennedy Space Center, usando apenas o Alhat como guia.


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Foguete Soyuz-FG seguiu com 3 tripulantes rumo à Estação Espacial Internacional


  • O foguete Soyuz-FG, acoplado à nave especial Soyuz TMA-13M, decolou para a ISS (Estação Espacial Internacional) do cosmódromo de Baikonur, no Casaquistão, no dia 28.5.14.

Soyuz levou o astronauta alemão da Agência Espacial Europeia Alexander Gerst, o cosmonauta russo Maxim Suraev e o astronauta da Nasa Gregory Wiseman que fazem parte da Missão 40.


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O planeta Mercúrio está 7 km menor do que quando sua crosta se solidificou há mais de 4 bilhões de anos


  • O planeta Mercúrio está hoje cerca de 7 km menor do que quando sua crosta se solidificou há mais de 4 bilhões de anos, segundo uma pesquisa feita pela agência espacial americana, a Nasa. 

O menor planeta do Sistema Solar - e o mais próximo ao Sol - se esfriou ao longo do tempo provocando um enrugamento da superfície. 

Cientistas perceberam pela primeira vez o fenômeno quando a sonda Mariner 10 passou próximo ao planeta nos anos 1970.

No entanto, imagens recentes do satélite da Nasa Messenger permitiram que os pesquisadores aperfeiçoassem suas estimativas a respeito do tamanho da retração do planeta. 

E, conforme artigo divulgado na publicação científica 'Nature Geoscience', o encolhimento é significativamente maior do que se pensava anteriormente (de 1 a 3 km).

O satélite Messenger entrou na órbita de Mercúrio em 2011,  e já fotografou 100% do planeta. 

Isso permitiu um estudo mais amplo das características de Mercúrio. 

A nova avaliação calculou que a retração chega a 7 km do raio do planeta - estimativa mais próxima dos estudos de modelagem. 






































Dezenas de pessoas se dirigiram à Coréia do Sul em março/2014 em busca de meteoritos que cairam em colinas e campos de arroz

  • Em março/2014, caçadores de 'recordações espaciais' se dirigiram em massa à região da Coreia do Sul onde uma chuva de meteoritos caiu em colinas e campos de arroz perto da cidade de Jinju, no sul do país.

Alguns acreditam que os 'condritos (um tipo de meteorito) poderiam trazer boa sorte' e isso despertou a  febre pelas pedras espaciais, declarou um funcionário da Administração da Herança Cultural da Coreia (CHAK).


Os proprietários das fazendas colocaram placas proibindo a entrada de intrusos após a descoberta de uma primeira pedra espacial, de nove quilos, em uma fazenda perto de Jinju.

Outra pedra de quatro quilos foi encontrada em outra região próxima.

Os cientistas confirmaram que as duas rochas, encontradas dois dias após a chuva de meteoritos, caíram do céu.

Um caçador de meteoritos americano distribuiu inclusive cartões de visita na região, pedindo que as pessoas vendam a ele qualquer pedaço de pedra espacial que encontrarem, informou o jornal 'Korea JoongAng Daily'.

Um funcionário do CHAK declarou que a agência designou como bem cultural qualquer meteorito achado, para impedir que as pedras saiam da Coreia do Sul, que até agora não tinha meteoritos.

A chuva de meteoritos ocorre quando centenas de meteoros - fragmentos de pó e pedra que se queimam quando ultrapassam a atmosfera terrestre - iluminam o céu em um espetáculo incrível. Os meteoritos são os meteoros que não se queimam totalmente e resistem à queda na Terra.


Um enxame de estrelas na constelação de Carina


  • A imagem, capturada por um telescópio do ESO no Chile, mostra o enxame de estrelas NGC 3590, na constelação de Carina. 

As estrelas brilham intensamente sobre uma paisagem de zonas escuras de poeira e nuvens coloridas de gás brilhante. 


O NGC 3590 fornece aos astrónomos pistas sobre a formação e evolução das estrelas, além de ajudar a compreender melhor a estrutura dos braços em espiral da nossa galáxia. 

Com aproximadamente 35 milhões de anos de idade e localizado a cerca de 7.500 anos-luz de distância da Terra, o enxame é um conjunto de dúzias de estrelas ligadas de forma ligeira pela gravidade.

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Nasa criou o primeiro mosaico da face polar norte da Lua (veja)


  • Cientistas da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), usando câmeras da sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), criaram o primeiro mosaico da face polar norte da Lua. 

A imagem tem a resolução de dois metros quadrados por pixel, cobre uma área de 2,54 milhões de km² da Lua. 


Montado a partir de 10.581 imagens, o mosaico fornece detalhes do relevo e sombreamento do terreno lunar. 

A iluminação consistente ao longo das imagens torna possível a comparação de diferentes regiões da Lua.

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Astrônomos captaram auroras no polo norte do planeta Saturno (veja)


  • Astrônomos captaram auroras no polo norte de Saturno quando o campo magnético do planeta é afetado por explosões de partículas que fluem do Sol. 

A magnetosfera de Saturno (uma espécie de 'bolha' magnética que circunda o planeta) é comprimida e flui em uma longa 'cauda magnética'. 


De acordo com a ESA, quando as partículas do Sol atingem o planeta, esta cauda entra em colapso, refletindo na dinâmica das auroras.

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A Grande Mancha Vermelha de Júpiter encolheu em 2014 no seu menor tamanho já registrado


  • A 'Grande Mancha Vermelha', marca registrada do planeta Júpiter, encolheu ao seu menor tamanho já medido segundo a Nasa. 

A imagem foi divulgada no dia 15.5.14. 


De acordo com Amy Simon do Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Maryland (EUA), recentes observações do telescópio espacial Hubble confirmam que a mancha, que é uma tempestade anticiclônica maior que a Terra, agora tem de cerca de 10.250 milhas de diâmetro.

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