Pulsar

Pulsar é uma estrela de nêutron muito pequena e muito densa.

Os pulsares foram descobertos em meados de 1967 por Jocelyn Bell Burnell como fontes de rádio que piscavam numa freqüência constante.

Os pulsares podem apresentar um campo gravitacional até 1 bilhão de vezes o campo gravitacional terrestre.

Eles provavelmente são os restos de estrelas que entraram em colapso ou de supernovas.

À medida que uma estrela vai perdendo energia, sua matéria é comprimida em direção ao seu centro, ficando cada vez mais densa.

Quanto mais a matéria da estrela se move em direção ao seu centro, mais rápida ela gira.

Eles emitem um fluxo de energia constante.

Essa energia é concentrada em um fluxo de partículas eletromagnéticas que são emitidas a partir dos pólos magnéticos da estrela.

Quando a estrela gira, o feixe de energia é espalhado no espaço, como o feixe de luz de um farol.

Somente quando o feixe incide sobre a Terra é que podemos detectar os pulsares através de radiotelescópios.

A luz emitida pelos pulsares no espectro visível é tão pequena que não é possível observá-la a olho nu.

Somente os radiotelescópios podem detectar a forte energia que eles emitem.

Veja abaixo uma ilustração de como seria um pulsar.